Nova versão sustenta que Boeing 777-200 caiu no Oceano Índico



Quase uma semana depois do desaparecimento do avião da Malaysia Airlines, investigadores americanos e malaios ainda parecem perdidos, entre muitas hipóteses.

Pistas recentes levaram a mais um local de buscas. Primeiro foi o Golfo da Tailandia, o sul do Mar da China; depois o mar de Andaman, e agora se soma à vastidão do Oceano Índico.

Navios americanos e da Índia vão cuidar dessa área a partir das informações, primeiro negadas pelas autoridades da Malásia, de que o avião continuou voando por mais quatro ou cinco horas depois de uma curva à esquerda.

"Essa não é uma investigação normal", disse o ministro dos transportes da Malásia.   

Hishahuddin Hussein não descartou a hipótese de sequestro. Nesta quinta-feira (13), o ministro havia dito que todas as comunicações do jato haviam cessado simultaneamente.

Mas uma pequena diferença de horários pode ser importante: a última transmissão do aparelho que envia dados para o fabricante do avião ocorreu à uma e sete da manhã, hora local, enquanto o transpônder  que informa localização e altitude, só parou de funcionar 15 minutos depois. Isso poderia indicar um desligamento intencional. Outra informação aponta para um possível sequestro.

Segundo a agência de notícias Reuters, radares militares captaram um avião não-identificado entre dois pontos em um trajeto em direção às Ilhas Andaman, no Oceano Índico. É uma rota normalmente usada em voos para o Oriente Médio e para a Europa. Uma direção completamente distinta da rota original, para a China.

Apesar dos novos caminhos na procura, todos são cautelosos. Não querem criar expectativa, nem expor divisões nos trabalhos de busca.

O diretor da Malaysia Airlines disse não acreditar que o avião esteja no Oceano Indico.

Mas a rede de TV americana CNN divulgou, na noite desta sexta-feira (14), uma nova informação: uma análise de dados eletrônicos e de satélite feita por especialistas dos Estados Unidos e da Malásia indicou, pela primeira vez, que o boeing caiu no Oceano Índico. E cita dois lugares prováveis. Um na Baía de Bengala, ao norte, e outro bem distante dali, ao sul.

Já o jornal New York Times citou fontes militares ao afirmar que o avião apresentou mudanças significativas de altitude e de rota, mais de uma vez, depois de perder contato com os controladores em terra, como se ainda estivesse sob o comando de um piloto.

FONTE: G1

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